Aumento de cadeira no legislativo

O aumento de cadeira no legislativo sem dúvida pode ser entendido por varias concepções, uma vez que este aumento pode trazer tanto benefícios como malefícios. Podemos citar como benefício a melhor representação, já para outros este aumento geraria apenas a elevação dos gastos municipais com as Casas Legislativa.

Dito isso, não se pode tirar uma conclusão concreta para esta suposta mudança, pois entraríamos em falácia, o que se pode esperar é que este aumento seja para que eles se unem e possam realizar seus trabalhos antes do tempo legal, e quando aumentar este número, possam trabalhar de interesse popular e não em busca de poder individualista.

Portanto, este assunto deve ser tratado com cautela, pois legislar é uma tarefa importante  e tem como função criar leis para que a sociedade se torne mais justa e humana

Até logo,

Lucas Santos.

Senilidade e a invisibilidade Social

No Brasil, os idoso encontram-se em uma invisibilidade social, política e muitas vezes familiar. Em muitas famílias, observa-se claramente que não há espaço para os idosos.

Ora, dirão os entendidos, é assim que caminha a humanidade. Mas o que há de louvável ( e lamentável ) é que há alguns anos atrás os idosos eram tidos como patriarcas e referências para os mais novos. Hoje, a sociedade encontra-se cada vez mais fechada e focada na produção. Portanto, aquele que não produz não tem espaço. Contudo, se cada família compreender essa fase da vida, a senilidade conseguirá respeito novamente, basta sair das justificativas capitalistas, e assim, valorizar o saber sobrepondo a produção. 

A população está envelhecendo e precisamos modificar o nosso olhar, a nossa educação e o nosso respeito por aqueles que fizeram parte e fazem parte da nossa história.

Até logo, 

Lucas dos Santos .

A Falência do Liberalismo

(Informações adaptadas CORREIO 24 HORAS)

“O americano James Verone, de 59 anos, não tinha seguro de saúde e precisava de tratamento médico quando teve uma ideia bizarra. Entrou em uma agência do banco RBC, em Gastonia, no estado americano da Carolina do Norte, entregou um bilhete à atendente dizendo “isto é um assalto, por favor, me dê um dólar” e esperou pela chegada da polícia para levá-lo preso”.

Tendo como base o texto acima, observamos que ser preso era tudo o que desejava, já que preso o Estado deverá garantir a ele o tratamento de que necessita para sovreviver e que não tinha o dinheiro para pagar.Uma pessoa, presa, deve ter seus direitos humanos respeitados, e a opção deste cidadão foi ir para cadeia para salvar sua vida. O liberalismo não prima pelo social, nunca primou. Essa corrente ideológica é, na teoria, interessantíssima, talvez uma das mais atraentes para se construir uma sociedade justa, igualitária, sem monopólios ou cartéis, onde a ideia de que o cidadão que não encontrará obstáculos de um poder maior (governo) para chegar aonde almeja, desde que o faça dentro da lei existe. A lei em uma sociedade liberal deve estar posicionada de modo que dê liberdade ao individuo, mais sem que essa liberdade atinja outro individuo. É uma constituição feita bem aos moldes de “a liberdade de um cidadão termina aonde a liberdade do outro começa”.  Ponto final. Tudo muito bonito. No entanto, desde os primórdios da filosofia liberal, o que vimos na Inglaterra a partir do século XVIII e na França após a Revolução Francesa foi a ascensão da burguesia e a permanência das classes menos favorecidas, submetidas ao jugo dos mais fortes, exatamente onde estavam. Não há duvidas de que houve melhorias, avanço na produção, melhorias na qualidade de vida, porém um governo liberal dificilmente é capaz de propiciar condições para que TODOS os seres humanos tenham acesso ao que lhes é digno. A própria sociedade cria suas “ovelhas desgarradas”. Em sua obra, “Os Miseráveis”, Victor Hugo fala que a própria sociedade cria os marginais, com o único objetivo dos mesmos irem presos e poderem realizar trabalhos forçados nas galeras (navios então usados na França que demandavam um grande número de pessoas para remar). Fazendo uma relação, não estará a nossa sociedade fazendo o mesmo, ao permitir que os alunos sigam a nova cartilha do MEC, ou seja, falem de maneira errada, marginalizando-os ainda mais do meio no qual consta os mais cultos e eruditos de nossa sociedade?
É uma coisa para se pensar.

Até logo,
Lucas Santos e Nikolai J. Kotsifas

Parque Iguaçu é “sitiado” por transgênicos

Informações veiculada de REPORTER DO BRASIL aqui.

O Parque Nacional do Iguaçu, tem 185 mil hectares – pouco mais do que toda área da cidade de São Paulo – e está sitiado por um arco de soja transgênica (genéticamente modificada).

A história de plantio genéticamente modificados próximos as unidades de conservação – onde a biodiversidade deveria ser mantida a todo custo – tem tido grande pressão de grandes empresas para a legalização de um novo modelo de produção: o binômio de agrotóxicos e transgênicos. Mesmo que isso venha a atropelar a legislação ambiental.

A lei que proibia transgênicos não foi respeitada e por uma denuncia da ONG foi originada uma operação do ibama. A maioria dos autuados por essa operação, eram ligados à cooperativa agroindustrial lar e partiram ao ataque. Diante de toda pressão o governo federal acatou a demanda e reduziu a proibição do plantio nas zonas de amortecimento e em conjunto, publicou um decreto que definia como 500 metros a distância do Parque que deveria estar livre de soja transgênica.

Grande parte dos alimentos que contém soja, é composto por soja transgênica. Um exemplo mais usado é o óleo de soja que ” ingerimos “. No caso de marcas mais famosas já vem com o simbolo – claro que bem pequeno – mostrando que a soja é transgênica.

As consequências futuras de organismo transgênico é uma incógnita, podem produzir efeitos inesperados e imprevisíveis. Portanto, devemos tomar consciência do que consumimos.

Até logo, Lucas Santos.

Do fluxo de capitais para o fluxo de inteligência

(com base em informações do G1 e BBC)

No começo do ano o governo federal anunciou a criação de 75 mil bolsas de estudos, podendo chegar até 100 mil, para os estudantes brasileiros mais destacados terem chance de estudar nas mais renomadas universidades mundo a fora. Sem dúvida é uma iniciativa maravilhosa que tem como principal objetivo o aumento de profissionais capacitados em diversas área, principalmente engenharia e tecnologia.

Embora práticas desse tipo sejam comum entre países, essa surge da necessidade clara que nosso país tem de formar um número suficiente de profissionais capacitados, o que nossas universidades aqui não dão conta de fazer. O ensino superior no Brasil é… Bem, considerando que NENHUMA das nossas universidades apareceu na lista das 200 melhores universidades do mundo (aqui), concluimos que não é exelente. Como elas não tem a capacidade de suprir, em matéria de novas tecnologias, um país em desenvolvimento que pretende algum dia ser chamado de Primeiro Mundo e não há tempo hábil para mudar isso, o Brasil está fazendo o que a China e os Tigres Asiáticos já fizeram. Nós mandamos cérebros para fora para aprenderem novas tecnologias e voltar para implantar essas tecnologias aqui.

É uma prática acertada se o governo garantir que esses estudantes voltem, pois países do primeiro mundo tem em seu meio acadêmico muitos integrantes de países do terceiro mundo que foram para lá e não voltaram, deixando o país hospedeiro usufruir dos avanços e técnicas desenvolvidos por cientistas e países de terceiro mundo.
Não é a toa que a Inglaterra ja demonstrou interesse em oferecer 10 mil vagas em suas universidades para brasileiros.

Até logo,
Nikolai J. Kotsifas

Consciência Sócio Ambiental

( Notícia veiculada do PLANETA SUSTENTÁVEL aqui).

A ideia é mostrar um pouco mais sobre o lixo e, ainda, revelar os benefícios da coleta seletiva e, consequentemente, do reaproveitamento dos materiais descartados para o planeta, a fim de convencer cada vez mais pessoas a aderir à prática.

Que o lixo é um problema constrangedor todos sabem, mas devemos nos mobilizar e fazer com que as autoridades agilize o processo de resgate da vida do homem e do seu meio. A produção de lixo é um fato e acontece pela própria condição humana, não  há como parar de produzir lixo, no entanto é possível e urgente que diminua o volume produzido.

Pesquisas mostram que a produção de lixo cresce seis vezes mais do que a população e que um indivíduo produz cerca de 300 quilos de lixo por ano. Até tempos atrás sabíamos que a natureza dava conta desse lixo e era decomposto naturalmente, mas com a revolução industrial e o surgimento de grandes centros urbanos tornou-se um problema de difícil solução. Grande parte das matérias que chamamos de ” lixo ” levam séculos para se decompor e, consequentemente, ocorre a poluição do ar, da água e do solo.

O lixo pode ser classificado de varias formas, basicamente de lixo orgânico e inorgânico. Aquele se decompõe facilmente e a natureza transforma, este é um conceito mais complexo, pois todos os elementos que não se decompõe ou são produzidos artificialmente pelo homem são classificados como lixo inorgânico. O plástico leva cerca de 100 anos para se decompor, o vidro pode levar milhões de anos, causando então a degradação do meio ambiente e, ainda, acarretar sérios problemas a nossa saúde.

No processo de reciclagem, que além de preservar o meio ambiente também gera riquezas, os materiais mais reciclados são o vidro, o alumínio, o papel e o plástico. Esta reciclagem contribui para a diminuição significativa da poluição do solo, da água e do ar. Portanto, a reciclagem apresenta-se como uma solução viável economicamente, além de ser ambientalmente correta.

Como podemos observar, se o homem souber utilizar os recursos da natureza, poderemos ter , muito em breve, um mundo mais limpo e mais desenvolvido. Desta forma, poderemos conquistar o tão sonhado desenvolvimento sustentável do planeta.

Até logo,
Lucas Santos.

"Bicicleta difícil de pedalar"

Foi assim que a economia brasileira foi definida pelo Financial Times, talvez o mais renomado jornal de negócios do mundo.
(baseado em informações do Financial Times).

Em uma matéria veiculada durante essa semana aqui, o Financial Times compara a nossa economia a uma bicicleta: enquanto é empurrada, anda, se parar de pedalar ela para. Na ultima década houve muitos fatores conjugados na política econômica interna e do mundo em geral que ajudaram a impulsionar a economia brasileira até o patamar em que se encontra. Nomeie-se entre os fatores internos a abertura comercial que se iniciou no Governo Collor, a estabilização inflacionária, a substituição do nosso problemático Cruzeiro pelo Real  no Governo Itamar e FHC e o aumento da paridade de compra das classes C, D e E no Governo Lula e podemos acreditar que nossos últimos governos foram acertados no campo econômico. Porém uma analise mais profunda revela que nossa economia realmente está em perigo e a herança deixada pelos governos anteriores não é tão preciosa assim.

A moeda forte que é o Real criou uma valorização frente ao Dólar que é uma alegria para aqueles que viajam para o exterior ou vão aos países vizinhos comprar bugigangas mas é um horror para as exportações, uma vez que aumenta o valor do produto la fora. Além disso possuímos uma carga tributária dantesca, uma taxa de juros que daria prisão por agiotagem em qualquer país de primeiro mundo, uma folha de pagamento altíssma e uma taxa de investimentos ridícula. Sem a possibilidade de fazer o jogo cambial, o Brasil  não tem argumentos, perde demais a competitividade e nossas empresas migram para a China, um país sem direitos trabalhistas, com câmbio super desvalorizado e com um governo cuja taxa de investimento permite um crescimento de dois dígitos ao ano. Só para constar, de 2006 para cá, as importações praticamente dobraram enquanto as exportações cresceram apenas 5%.

O ministro Guido Mantega é sensato quando diz que o que lhe mais tira o sono é a valorização cambial, pois, ao que aparenta, nossa taxa de juros vai continuar assim por mais alguns anos pelo menos e os impostos idem, uma vez que a taxa de juros deixa a amortização de nossa dívida pública muito alta, gastando mais da metade dos recursos orçamentários com isso. Não há saída senão desvalorizar a moeda, pois se continuarmos assim os empregos vão cair, os preços vão disparar e seremos renegados indefinidamente ao terceiro mundo. E daí a bicicleta fica difícil de pedalar.

Nikolai J. Kotsifas
Até logo.